A Gentileza no AECC

 

terça-feira, 18 de novembro de 2025

Quando a palavra abraça, a comunidade sorri!

 No dia 13 de novembro, celebramos o Dia Mundial da Gentileza!

Com o objetivo de promover a empatia, a solidariedade e inspirar ações positivas, mostrando como pequenos gestos podem ter um grande impacto no quotidiano e tornar o mundo um lugar melhor, as bibliotecas escolares do nosso agrupamento dinamizaram, com a colaboração de toda a comunidade escolar, a atividade Pontes de Gentileza – quando a palavra abraça, a comunidade sorri!

Na Escola Básica e Secundária e Coronado e Castro fomos recebidos pelo mural florido com a palavra GENTILEZA realizado pelos alunos nas aulas de educação visual e educação visual e tecnológica. Na Escola Básica do Castro, a palavra GENTILEZA, em 3D foi decorada pelos alunos na manhã deste dia.

Nas duas escolas, começamos esta comemoração com a interpretação da canção “Heal the world”, trabalhada nas aulas de inglês, continuamos com a partilha dos destinatários das cartas de elogio/agradecimento redigidas nas aulas de português e finalizamos, da melhor forma, com o “Hino da Gentileza”, trabalhado nas aulas de educação musical.

Criamos pontes, fomos abraçados pelas palavras, sorrimos todos!

Lembramos a importância de ser sempre gentil!

São estes os registos dessa linda e festiva manhã!

EBS de Coronado e Castro


EB do Castro



EB1 e JI de Estação




quarta-feira, 13 de novembro de 2024

Dia mundial da Gentileza Na EB de Castro

Dia mundial da Gentileza de Monica Loureiro




segunda-feira, 18 de novembro de 2024

ECOS DO DIA MUNDIAL DA GENTILEZA NA ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA DE CORONADO E CASTRO



quinta-feira, 12 de dezembro de 2024

Entrando no espírito do Natal com o eco do Dia da Gentileza na EBS de Coronado e Castro...

 

Conto Redondo – EBS de Coronado e Castro

“GENTILEZA GERA PAZ, PAZ GERA GENTILEZA”

 

Havia uma aldeia longínqua onde reinava a paz e o povo vivia feliz e tranquilo. Uma noite, ouviu-se um barulho estranho “Brum” acompanhado de um enorme clarão.

A aldeia tinha sido bombardeada. (5.ºA)

             Os aldeões acordaram assustados com o barulho e foram à janela ver o que tinha acontecido.

Lá fora, no meio da poeira, avistaram três vultos.  

Em vez de cederem ao pânico, decidiram que era o momento de mostrar que a verdadeira força residia na união e na gentileza. (6.ºB)

            Os vultos eram nada mais nada menos do que três habitantes de uma aldeia vizinha que queriam conquistar terras para ficarem mais poderosos.

Os aldeões reuniram-se na praça destruída e perguntaram-lhes:

            - Por que é que destruíram a nossa aldeia? Deixem-nos viver em paz!

            - Paz? – disseram os três. – O que é a Paz? (5.ºC)

            - Vocês não sabem o que é a paz?!

            - Não, nós não sabemos! - exclamaram os vultos.

            - Então nós vamos explicar-vos: a paz é deixarem-nos viver felizes, sem conflitos. Entendem? A paz vem depois das tréguas. É o caminho para a liberdade.

            - Mas já faz muito tempo que vivemos em conflito na nossa aldeia. Já não temos mais nada para destruir – afirmaram os três invasores.  (5.ºB)

Os três invasores apontaram as armas aos aldeões, que saíram a correr a sete pés para dentro de suas casas.

Os minutos que se seguiram foram de grande tensão. No ar ouviam-se os disparos contínuos das armas e os gritos de terror que quebravam o silêncio da aldeia. Até que alguém saiu para confrontar os invasores e nunca mais foi visto… (7.ºA)

Então, os aldeões juntaram-se para procurar essa pessoa. Depois de algum tempo avistaram um outro vulto que disse:

- Eu venho em paz!

Os aldeões estranharam, mas foram ter com ele e alguém exclamou:

- Esta cara não me é estranha!...

Foi, então, que toda a gente reparou que o vulto era o aldeão desaparecido. Este contou tudo o que se passou no tempo em que viveu na outra aldeia e relatou todos os planos que os invasores tinham contra a aldeia. (6.ºA)

O aldeão referiu também que, na verdade, não queriam fazer uma guerra, mas o rei malvado, ganancioso, obrigou-os porque desejava ter um território maior.

Na aldeia da paz, lembraram-se que, já no passado, estas duas aldeias tiveram desavenças que se resolveram com muito diálogo de que resultou o “Tratado da Gentileza”. (8.ºD)

          Depois da assinatura desse tratado, a aldeia reconstruiu o seu território e nasceu uma nova era de paz que foi longa.

          Atualmente, a aldeia estava desejosa de saber os planos do rei malvado para se defender. Ficaram a saber que os inimigos tencionavam apresentar um suposto tratado de paz, oferecendo um vinho como sinal de confiança e reconciliação. No entanto, o aldeão sabia que as intenções não eram boas. O vinho era envenenado porque pretendiam dizimar toda a população e assim conquistar a aldeia. (8.ºC)

- A sério! Que audácia!

- Estou chocado!

- Mas que barbaridade é essa! - exclamaram os aldeões.

Os aldeões não ficaram por aqui. Reuniram o Conselho dos Anciões, no qual o aldeão anteriormente capturado participou, pois ninguém conhecia melhor a outra aldeia como ele e começaram a elaborar um plano para sabotar o plano da aldeia vizinha. O que ninguém sabia é que o aldeão era, na verdade, o Rei malvado e ganancioso… (8.ºB)

O rei malvado ouviu atentamente os planos dos aldeões para poder preparar as suas tropas. E fez isso, porque queria expandir a sua aldeia para se tornar num reino maior.

Quando acabou a reunião, o rei malvado saiu a correr e foi contar ao general do seu exército.                (6.ºD)

Mas, pelo caminho, mudou de ideias e foi ter com o verdadeiro aldeão que estava preso. Os dois conversaram longamente e o rei gabou-se das informações que tinha obtido. De seguida, o rei voltou à aldeia, durante a noite. Contudo, houve um aldeão que estava a vigiar o caminho do monarca, escondido em cima de uma árvore… (6.ºC)

Desconfiando de que aquele poderia não ser o aldeão desaparecido ou até um    aliado do rei malvado, o aldeão que havia vigiado o caminho do rei, continuou a vigiá-lo durante dias e noites, sem ninguém se aperceber e recolhendo toda a informação que julgava pertinente para esclarecer todas as suas suspeitas.

Até que uma noite decidiu agir… (8.ºA)

          Seguiu o rei até à aldeia vizinha. Lá, descobriu que o homem que julgava ser o seu amigo, era, na realidade, o invasor! Chocado, o aldeão regressa a casa e procura o Conselho de Anciões. Apresenta todas as informações e provas que recolheu durante as suas horas de vigia. Depois de ouvir o espião, o Conselho decide elaborar um plano para iludir o rei malvado. (7.ºB)

          Decidiram convidar o falso aldeão para um lanche com o objetivo de o pôr ao corrente do plano de defesa contra os invasores da aldeia vizinha. Mal o Rei chegou, foi recebido pelo Conselho de Anciões que, prontamente, o pôs ao corrente dos seus planos. O que o Rei não sabia era que este encontro não passava de uma manobra de diversão, criada pelos seus inimigos para resgatar o verdadeiro aldeão. (7.ºC)   

         Entretanto, surge um estranho vestido de Romeiro que surpreende uns e outros. Ao Rei Malvado, esta figura faz lembrar um certo prisioneiro; aos aldeões, este misterioso vulto recorda alguém querido. No tumulto das dúvidas, um corajoso ancião ergue-se e pergunta:

       - Quem és tu?

        O Romeiro, num profundo silêncio, aponta para o velho, esquecido e desrespeitado “Tratado da Gentileza”. (11.ºA)

                          Após este gesto, o Conselho apercebeu-se que aquele era o aldeão desaparecido.

        No meio desta confusão, o Fidalgo, fiel amigo do Rei, entra atrapalhado e diz:

        - Senhor, fuja daqui! Eles sabem do seu plano!

        - Como?!- questiona-o, achando aquilo uma barbaridade.

        - O senhor tem sido vigiado por um aldeão desta aldeia.

        O rei, apercebendo-se de que não é uma brincadeira, foge desesperado.

        Com isto, o Conselho entra em grande azáfama. (9ºA)

        Ao redor, a multidão murmura baixinho, em expectativa, enquanto todo o Conselho toca no "Tratado da Gentileza" com uma delicadeza comovente. Nesse instante, uma criança surge, com o seu andar desajeitado e um olhar curioso, aproximando-se sem cerimónia. Ela observa a cena e pergunta:

        - Posso ler o Tratado? (7.ºD)

        - Não, o Tratado contém assuntos confidenciais e complexos para uma criança da tua faixa etária!    – exclamou o representante do Conselho.

        Revoltada com a decisão, a criança de uma forma sorrateira, retira, com toda a delicadeza e audácia, o Tratado da mesa. Para não ser apanhada, foge com ele para o ler. Porém, verifica que não concorda com bastantes assuntos que estão lá escritos, decidindo rasgar o documento. (9.ºC)

          Enquanto a pequena e ingénua criança rasgava aquele importante papel em pequenos e numerosos pedacinhos, o representante do Conselho, finalmente, dava-se conta da situação inimaginável:

         - Maldição! O Tratado desapareceu! – exclamou o representante, levantando-se da sua grande poltrona, olhando com indignação para o local onde outrora se encontrava localizado, ou seja, no final da extensa mesa. (9ºD)

              O representante do Conselho dos Anciões apercebe-se do rastro de papéis deixado pela floresta. Notando que se tratava do restante do pergaminho, decide seguir o caminho que levaria à criança.

              Chama a atenção da cavalaria:

              - Dix! Sant’Ana de Valdevês! Vejam o que se passou. – exclamou o representante com um ar pálido e desesperado.

              - O que mais se temia aconteceu… A maldição reapareceu e o castigo sucedeu! (9.ºB)

             O cenário era de terror! A criança fora carbonizada, restando só as cinzas. A cavalaria, à procura de vestígios do tratado, misturou as cinzas com pedaços que restavam do pergaminho. Subitamente, por um ato de magia, tudo se transformou numa Fénix, que voou em direção à aldeia. (11.ºB)

              À medida que voaaaaava, a Fénix libertava penas que geravam catástrofe por onde passavam, pois queimavam tudo o que tocavam. Ao depararem-se com este cenário, os aldeões exclamaram:

             - Precisamos de agir antes que toda a aldeia seja queimada!

             - Como podemos reverter o feitiço?

             Subitamente, uma pena dourada e reluzente cai, precisamente, em cima da mesa onde outrora tivera sido assinado o Tratado da Gentileza. Então, o representante do Conselho diz:

             - Já sei o que havemos de fazer! Este é o sinal! Com esta pena iremos reescrever um novo Tratado! (12.ºA)

             Assim, o representante do Conselho, com luvas especiais para não se queimar, pegou na pena dourada e mágica da Fénix e começou a reescrever o Tratado da Gentileza. A pobre criança não podia ter sido sacrificada em vão!

             Agora só faltava a concordância do rei da outra aldeia para restabelecer a paz e a harmonia que outrora reinara nas aldeias. (10.ºB)

             Preparavam-se para ir em busca do consentimento do rei, quando, de repente, surge uma mulher. Gritos de desespero e aflição são a única coisa que entoa na sala. Gisela, nome da mulher em questão, era a mãe da sacrificada criança e estava determinada a fazer com que a morte do seu amado filho não tivesse sido em vão. A pobre mulher revela, então, que a criança era, na verdade, fruto de um amor proibido vivido com o rei da aldeia vizinha há uns anos, criança essa que o Rei nem era sabedor da sua existência. Esta afirmava ser a única capaz de fazer com que o Rei assinasse o Tratado.

             E assim, com o rosto lavado em lágrimas, foi em busca do Rei. Assim que a viu, o rosto do Rei iluminou-se e vieram-lhe à memória lembranças passadas. Sentiu-se perplexo assim que lhe foi contado que o filho, cuja existência desconhecia, havia morrido. Ao olhar o rosto de Gisela, já não agia como um Rei malvado e ganancioso, mas sim como um enamorado que faria de tudo pela mulher que um dia amara e pelo filho, fruto desse amor. Movido pelo amor (porque convenhamos, não há ato de maior demonstração de amor do que a cedência), este decidiu assinar o Tratado da Gentileza em honra do seu, agora, falecido filho.

             De repente, a sala silenciou-se com a entrada inesperada de uma criança, estranhamente idêntica à sacrificada, envolta em penas de Fénix. 

           Todos os presentes compreenderam a mensagem - a Gentileza é capaz de devolver o Bem ao Mundo: Gentileza gera Paz, Paz gera Gentileza! (10.ºA)

Trabalho coletivo realizado nas aulas de Português






quarta-feira, 15 de novembro de 2023

Com a pegada educativa... traçamos o nosso caminho: Comemoração do Dia Mundial da Gentileza

 

Como já tem vindo a ser hábito e aos poucos se vai tornando uma tradição, na passada segunda-feira, dia 13 de novembro juntamo-nos todos para celebrar a Gentileza.

Nas aulas de OFA/ET/EV e CD, com base no baralho de cartas “O caminho da verdade” de Cristina Poppe falamos de valores e sentimentos numa conjugação de arte e humanidade. O objetivo foi a criação de um caminho coletivo a partir da “Pegada Educativa” formada pela impressão individual que cada aluno colocou na sua “pegada. Nas aulas de Cidadania e Desenvolvimento os alunos apresentaram o valor que trabalharam em OFA/ET ou EV. A turma, orientada pelo professor fez a análise desses valores aprofundando e apropriando-se das características particulares de cada valor/sentimento e como estes se manifestam no seu dia-a-dia. Finalmente depois desta análise, cada turma registou uma pequena reflexão sobre a importância deste tipo de atividades e do contributo das mesmas para a sua evolução pessoal e o impacto que tem na comunidade escolar.

Na Escola Básica do Castro

No dia a escola acordou recheada de valor. Os trabalhos artísticos com as pegadas e o respetivo valor/sentimento realizados por cada turma/ano/aluno preencheram as paredes do átrio da nossa escola, preparando o espaço para a cerimónia de celebração.

Com palavras poéticas demos início a esta festa. De seguida o porta-voz de cada turma partilhou a reflexão que foi realizada coletivamente, apresentando textos de grande profundidade e valor que depois de publicados no blogue poderão reler e relembrar. Encerramos a cerimónia com dois momentos musicais. Duas das vozes talentosas da nossa escola, de ciclos diferentes, encantaram-nos com as suas vozes melodiosas que falavam sobre a importância de nos apoiarmos uns aos outros. Finalmente encerramos em beleza e emoção cantado, todos unidos, o Hino da Gentileza criado pelos alunos desta escola, tornando-se cada vez mais parte de nós, porque todos desejamos contribuir para uma escola onde os valores da humanidade passam da palavra à prática.

Na Escola Básica e Secundária de Coronado e Castro

Neste dia, foi criado um percurso através dos vários espaços da escola com as pegadas criadas por cada um dos alunos nas aulas de OFA/ET/EV e CD que foram coladas por cada aluno. Este percurso conduz-nos ao mural em que cada turma, nas pegadas gigantes aí expostas, afixou o valor/sentimento trabalhado pela respetiva turma nas aulas de Cidadania e Desenvolvimento. Estas mensagens poderão ser sempre lembradas e, desta forma, continuarmos a lembrar a importância de sermos gentis e respeitadores dos valores da humanidade, passando da palavra e da imagem à ação!

A escola ficou ainda mais bonita e recheada de mensagens significativas!

A verdade é que hoje pudemos sentir que a gentileza é de facto contagiosa e que quando a praticamos ficamos todos mais leves, mais confiantes, mais atenciosos, mais felizes.

Ficam aqui os registos da nossa celebração que foi tão especial!























quinta-feira, 16 de novembro de 2023

As escolas do 1.º ciclo na Comemoração do Dia Mundial da Gentileza - " Com a pegada educativa...traçamos o nosso caminho"!


 

Assinalando o Dia da Gentileza e aceitando o convite de participação lançado pela coordenadora de Cidadania e Desenvolvimento do nosso agrupamento, algumas das escolas do 1.º ciclo juntaram-se a esta comemoração e realizaram , nas suas turmas diversas atividades que pretenderam assinalar a data e lembrar a importância dos valores da gentileza e cordialidade no relacionamento interpessoal.

A verdade é que, nesse dia, todos puderam sentir que a gentileza é de facto contagiosa e que quando a praticamos ficamos todos mais leves, mais confiantes, mais atenciosos, mais felizes.

Ficam aqui os registos dessa celebração que foi tão especial!

















2022

Dia Internacional da Gentileza

No passado dia 14 de novembro celebramos o Dia internacional da Gentileza.

A atividade decorreu em duas fases. Na 1ª fase nas aulas de Cidadania e Desenvolvimento foi lido um texto e projetado um vídeo aos alunos dos 2º e 3º ciclos sobre a Gentileza. De seguida os alunos selecionaram, de uma lista de valores, aquele que consideraram ter um maior contributo para a vida quotidiana na escola. Fazendo a análise desse valor propuseram uma ação que coloque esse valor na prática. Finalmente foi atribuído um valor a cada aluno que este pintou ao seu gosto. A 2ª fase da atividade decorreu no dia da comemoração do Dia da Gentileza com a afixação, no Muro da Gentileza dos valores e das ações eleitas por cada turma/ano.

Na EBSCC os professores acompanharam dois representantes de cada turma que procederam à afixação da sua “etiqueta” que representa o compromisso da turma no contributo de um ambiente escolar acolhedor.

Fotos

Na EBC cada turma, acompanhada do respetivo professor dirigiu-se ao átrio exterior e ao espaço destinado à sua turma. O porta-voz de cada turma apresentou ao microfone o valor que a turma escolheu e a ação que consideram que coloca esse valor na prática. Terminada a apresentação, esse mesmo aluno colocou a frase no Muro da Gentileza. Todos os alunos da turma colocaram o valor que pintaram numa corda que passou por todos os alunos simbolicamente representando a união de todos à volta dos mesmos valores.

Finalmente cantaram o Hino da Gentileza – canção da autoria dos alunos do 2º ciclo sob a orientação da Prof. Argentina Nunes. 







sexta-feira, 12 de novembro de 2021

Celebração do dia da Gentileza na escola Básica de Alvarelhos

 Hoje vivemos  um momento muito especial na Escola Básica do Castro. Juntamo-nos todos para celebrar a Gentileza. Demos início a esta atividade há algumas semanas. Alunos e professores leram uma história e viram um vídeo sobre atos de gentileza. Debateram a importância de cuidarmos uns dos outros e contribuíram com mandamentos de Gentileza. Desse contributo nasceram os 10 mandamentos que queremos ver plasmados no nosso dia-a-dia. Escreveram também mensagens de gentileza e elogios em corações para oferecer. Os alunos do 2º ciclo coordenados pela Professora Argentina criaram um hino para cantar hoje, e muitas vezes mais, para que se torne parte de nós, porque todos desejamos contribuir para uma escola onde os valores da humanidade passam da palavra para a prática.

A verdade é que hoje pudemos sentir que a gentileza é de facto contagiosa e que quando a praticamos ficamos todos mais leves, mais confiantes, mais atenciosos, mais felizes. 

Ficam aqui os registos da nossa celebração que foi tão mágica, apesar do nevoeiro, havia muito sol e muita luz a brilhar!

Parte 1 - Mensagem e Mandamentos


 

                          Parte 2 - Troca de corações



                           Parte 3 - Hino da Gentileza


Dia Mundial da Gentileza


Gentileza, bondade ou qualquer outro valor dentro desta categoria deveria ser tão natural que não necessitasse de ser relembrado, nem implicar esforço.

Ter um gesto de gentileza é tão simples, no entanto parece que andamos a amealhá-los e a guardá-los para ocasiões “especiais”… e que ocasiões são essas, se não o momento presente?

Há uma sensação de estranheza, de desconforto, de embaraço na oferta de gestos de delicadeza e gentileza a desconhecidos ou pessoas que não nos sejam tão chegadas pois há o cultivo da desconfiança, uma instigação do medo e da necessidade de proteção como se a qualquer momento pudéssemos ser atacados.

Quando se trata daqueles que nos são mais próximos, a justificação já é outra. Achamos que não é preciso, afinal não vão a lado nenhum… (será?) Ou alimentamos a crença que se tratarmos demasiado bem vamos “estragar”  ou vai abusar e “portar-se mal” ou tornar-se muito exigente. Mais uma vez estamos a confundir acarinhar com permitir abuso, amar com dar licença para cobrança, dar com consentir exigência…etc

Mas não será que estamos só a arranjar desculpas para não colocarmos atenção nos outros porque desenvolvemos um individualismo e uma falsa independência em que nos privamos das necessidades mais básicas de carinho, ternura, cuidado, atenção porque priorizamos outros valores, dedicando-lhes o nosso tempo. E, no entanto, se fizermos uma avaliação, concluímos que não nos trazem nada de significativo, só valor material que rapidamente se torna obsoleto ou uma sobrecarga ou estatuto que de tão efémero até parece fantasia (e é!) Prazeres transitórios e vazios de calor!

E se hoje em vez de olharmos superficialmente, víssemos verdadeiramente o outro. E se procurássemos sentir como podemos contribuir com um pequeno gesto de gentileza ou bondade. Uma palavra, um pouco de atenção, de escuta ativa, um abraço, um sorriso, um olhar de reconhecimento, um convite para café, uma flor, um bilhete, uma mensagem carinhosa, um agradecimento… Meu Deus, é tão simples cuidar um pouco de quem nos rodeia. E quanto mais observamos, mais claro se torna que estamos todos a precisar destes cuidados, mas orgulhosamente continuamos a dizer: “Estou bem!” quando na verdade estamos a dizer “Eu estou a tentar aguentar-me!” … até ao dia…

Nunca como hoje tivemos tantos confortos e bens materiais e nunca como hoje tivemos tantos seres doentes emocionalmente por privação do essencial: amor, cuidado, atenção, respeito, reconhecimento, afeto, ternura… Se não nos cuidarmos, que buraco vamos continuar a cavar? Na verdade, o que estamos a fazer quando somos delicados e gentis é a plantar nos corações um calorzinho que nos permite lidar com as circunstâncias do dia-adia, por vezes tão desafiantes, com um pouco mais de leveza.

Então hoje vamos fazer a diferença, olhar para o lado, sorrir para um colega, escolher palavras bonitas, espalhar um pouco de magia….

Mónica Loureiro





quarta-feira, 10 de novembro de 2021

Salvo pela Gentileza

 

Conta-se uma história de um empregado de refrigeração da Noruega. Certo dia, no final do turno de trabalho, foi inspecionar a câmara frigorífica. Inexplicavelmente, a porta fechou- se e ele ficou preso dentro da câmara. Bateu na porta com força, gritou por socorro, mas ninguém o ouviu, todos os outros empregados já tinham saído e regressado às suas casas e era impossível que alguém o pudesse ouvir. Já estava preso quase há cinco horas e bastante debilitado com a temperatura insuportável.

De repente a porta abriu-se e o segurança entrou na câmara e resgatou-o com vida.

Depois de ter sido salvo o empregado perguntou ao segurança porque é que este tinha aberto a porta da câmara se isto não fazia parte da sua rotina de trabalho...

E ele explicou:

- Trabalho nesta empresa há 35 anos, centenas de empregados entram e saem daqui todos os dias e o Senhor é o único que me cumprimenta ao chegar de manhã e se despede de mim ao sair.

Hoje, pela manhã, disse “Bom dia” quando chegou. Entretanto não se despediu de mim na hora da saída. Imaginei que poderia ter-lhe acontecido alguma coisa. Por isto procurei- o e encontrei-o...

Conclusão: gentileza gera gentileza



terça-feira, 9 de novembro de 2021

Quanta bondade e gentileza existe nos anjos das nossas vidas? E nós seremos anjos para alguém?

 

Os anjos são de carne e osso.

 

Os anjos são de carne e osso. Os olhos são grandes ou pequenos, amendoados às vezes ou às vezes rasgados, azuis ou verdes ou castanhos e às vezes pretos, mas são daqueles olhos que têm raízes na alma e nunca olham só para o lado de fora das coisas. Os olhos dos anjos veem por dentro do nosso corpo e atravessam a nossa pele e as nossas defesas para olhar por nós. Os olhos dos anjos trazem aquela luz que só a bondade dá e por isso nunca olham só por olhar e mesmo quando adormecem – os anjos também dormem – nunca fecham os olhos a quem a vida quer trancar na solidão ou na tristeza. Os anjos, mesmo quando adormecem, porque os anjos também dormem, velam o sono daqueles a quem a vida tirou o colo. Os anjos são de carne e osso e têm dois braços e duas pernas como toda a gente e também têm asas. Não se veem, mas sentem-se. Às vezes, porque nem sempre os nossos olhos conseguem ver aquilo que não se vê, pensamos que a brisa que nos despenteia é um sopro do vento, mas não é. É um anjo que anda perto. Os anjos têm um par de asas suplente para emprestar a quem traz as suas cansadas ou a quem perdeu as suas lá atrás, nos vendavais da vida, e são tão habilidosos a colocá-las nas nossas costas que o peso que carregávamos às costas desaparece e ficamos mais leves. Os anjos são de carne e osso e têm gargalhadas luminosas. Misturam-se na multidão para não darem nas vistas e poderem ajudar sem que as pessoas percebam. As pessoas têm a mania de dizer que não precisam de ajuda, sobretudo quando mais precisam. Há anjos que caminham depressa e outros devagar – alguns caminham uns centímetros acima do chão, mesmo quando deixam as asas em casa, porque quem aprende a voar nunca esquece, é como andar de bicicleta – mas, se nós pararmos, eles reparam e lá vem aquela brisa a passar-nos a mão no rosto e a dizer-nos que vai ficar tudo bem.

 

Texto: Elisabete Bárbara

 

 

Ilustração de Ankakus



segunda-feira, 8 de novembro de 2021

Pequenos gestos, grandes resultados!

  

Hoje trazemos um vídeo, mais uma vez para cultivar o mote da semana: “Gentileza” que passa por pensamento coletivo, solidariedade, olhar para o outro e ver para além do visível.

Trata-se de uma curta-metragem da autoria de Ahmed Elmatarawi que em apenas 3:52 minutos nos deixa uma mensagem poderosa e um final surpreendente. Divirtam-se e claro, lembrem-se que gentileza gera gentileza!




Uma pequena história ternurenta para animar corações

O cuidador de corações


- O que é que fazes?

- Sou cuidador de corações.

- Cuidador de corações?

- Sim.

- E o que é que faz um cuidador de corações?

- Quando os corações estão feridos ou magoados, precisam de alguém que os ouça. Eu ouço. Precisam de ternura. A ternura ajuda a cicatrizar as feridas. Quando os corações estão partidos, precisam de alguém que os ajude a apanhar os bocadinhos que caem no fundo da alma. Eu ajudo. Quando os corações estão pisados, precisam de alguém que lhes dê colo. Eu dou. Quando não conseguem adormecer, eu embalo-os e conto-lhes histórias. Conto histórias do que será. Os corações precisam de esperança… Quando os corações estão desanimados, eu abro o meu e mostro-lhes que há sempre uma razão pela qual um coração tem de bater.


Elisabete Bárbara, in lado.a.lado

Ilustr. Charles H. Geilfus



Dia Mundial da Gentileza 2017

Dia mundial da Gentileza na Escola Básica do Castro.

Com a dança de alguns alunos do 7°ano ao som da música “Gentileza” de Marisa Monte, que adotamos como hino, leitura de poemas nas salas de aulas pelos alunos do 8°ano e distribuição de flores, assinalamos este dia e demos início à atividade que se prolonga ao longo do ano letivo. Foi um momento bonito que esperamos tenha tocado o coração de todos e sobretudo incentivado a vontade de tratar todos com gentileza. Afinal de contas:”Gentileza gera gentileza “. 

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quarta-feira, 16 de novembro de 2016

Dia Mundial da Gentileza


No dia 14 de novembro festejamos a gentileza. Ser educado para com os outros, saber pedir desculpa, saber cumprimentar, saber agradecer, são pequenos pormenores que podem fazer toda a diferença.

Vamos manter este espírito todos os dias da nossa vida. Seremos mais felizes e os outros serão mais felizes quando estão perto de nós.

Parabéns a todos. Um agradecimento especial aos alunos que se envolveram na divulgação deste dia.




Vídeo elaborado pelos alunos do 7ºA .Para ver e refletir.



quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Dia 14 de Novembro-Dia da Gentileza.


"No dia 14, segunda-feira, vamos celebrar o dia da Gentileza, dando início a um projeto que será implementado ao longo de todo o ano letivo com o intuito de desenvolver a cortesia e a gentileza entre pares. Bondade e gentileza requerem o reconhecimento de uma humanidade comum na qual o outro é digno de atenção e afirmação por nenhuma razão utilitária mas por sua própria causa.
Capacitar os nossos alunos para  entenderem e administrarem emoções; avaliar de forma acurada seus próprios sentimentos, emoções, desempenho e motivos; agir sabiamente em relacionamentos; identificar conteúdo emocional nas expressões e gestos dos outros e usar esta informação para facilitar as interações é o propósito deste projeto. Contamos com a colaboração e, claro, a gentileza de todos!"


Junto enviamos também o link da canção que nesse dia será cantada por toda a escola. Ouçam-na e aprendam-na.

https://www.youtube.com/watch?v=NWM2C4Luq2c

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